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As Amêndoas Têm Que Estar Inteiras!: tradição, tecnologia, educação e relações de gênero na cadeia produtiva do coco babaçu (tese defendida em fevereiro de 2020)

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Com Joana Rodrigues (à esquerda), no quintal de sua residência, na Comunidade de Ludovico, em novembro de 2017 INTRODUÇÃO   Este é um estudo de relações de gênero circunscritas em espaço sociocultural e geográfico rural/agroextrativista situado no interior estado do Maranhão, em comunidades constituídas por descendentes de migrantes do Piauí e do Ceará e identificadas como católicas. A quebra do coco babaçu, o extrativismo do coco babaçu, a cadeia produtiva do coco babaçu na microrregião do Médio Mearim precisa ser assimilada como o contexto específico para o qual o ponto de vista antropológico e feminista, que é apresentado neste relatório, se direcionou. Dito de outra maneira, nesta pesquisa, o esforço analítico consistiu em proceder a interpretação dos aspectos intrínsecos a um contexto determinado, isto é, a realidade da cadeia produtiva do babaçu em comunidades rurais do Médio Mearim, pelo viés feminista das relações de gênero, a partir de uma conduta dialógica tanto ...